
Acho que quando eu nasci, Deus olhou para mim e disse: fará parte da vida dessa garotinha algumas das melhores pessoas que eu já coloquei no mundo. E assim foi feito! Mas é apenas sobre uma dessas pessoas que quero falar nesse texto, aquela que, junto comigo, está construindo uma nova vida, uma nova família, o homem mais amado e importante para mim, o meu marido Fellipe.
Para a grande maioria das pessoas, ele pode parecer um cara comum, com defeitos e qualidades. Mas se enganam profundamente! Ele não é comum, de maneira nenhuma, ele na verdade é um príncipe encantado, o ser mais doce, mais bonito, mais inteligente, mais gentil e compreensivo que eu já conheci. E não é só coisa de mulher apaixonada não, todos que o conhecem sabem disso, e o adoram! Felizes os que tiveram o privilégio de tê-lo em suas vidas, com certeza devem ter lembranças muito boas.
Mais felizes ainda são aqueles que continuam desfrutando da sua presença, da sua amizade e carinho. E acima de qualquer um na escala da felicidade estou eu, sua mulher, que vou ter o imenso prazer de compartilhar minha vida inteira com ele.
Meu amor me completa tanto, que, muitas vezes, me pego com um sentimento muito difícil de explicar. Como se o tempo que a gente viveu antes de ficar junto tivesse sido roubado de nós. Outras vezes imagino que o nosso encontro foi na hora certa! Estávamos maduros um para o outro. Nós fomos o encontro mais perfeito que já existiu.
Estou tentando não ser clichê, mas é muito difícil quando a gente fala de amor e quem ama, com certeza, consegue me compreender. Esse sentimento, que hoje mora em mim e é todo de Fellipe, é tão grandioso, tão profundo, que não eu não tenho dúvidas de que é definitivo. Foi tudo tão natural, desde o começo, parecia que já nos pertencíamos há tempos, de uma outra vida, talvez.
O fato é que, do início do namoro até o casamento, foram pouco menos de nove meses. Com toda certeza, nossa decisão de oficializar tudo, aos olhos de Deus e da Justiça, causou estranheza nas pessoas. Mas acredito que agora, após dois anos e três meses de casados (três anos de namoro), ninguém mais duvida que fomos feitos um para o outro.
Nossa história é bem interessante (lógico que isso é um julgamento meu, profundamente tendencioso e sujeito a total discordância dos outros). Não fomos um caso de amor à primeira vista. Ao contrário, a primeira vez que vi meu marido, em toda a minha vida, foi justamente no carro de sua ex-namorada (é exatamente isso, eu estava no carro pegando uma carona). Não me lembro de ter sentido nada, mas, por algum motivo, nunca esqueci daquele dia e nem do rosto de Fellipe (que só voltei a ver mais de dois anos depois do episódio).
Tempos mais tarde, fui selecionada para um estágio na Assembléia Legislativa de Pernambuco, exatamente para o mesmo departamento que Fellipe trabalha. Assim que o vi, reconheci imediatamente, mas nem toquei no assunto, achei que ele não lembraria de mim (mais tarde soube que ele também lembrou). Rapidamente nos tornamos bons amigos (de trabalho, a gente nunca saía junto), conversávamos muito, foi uma empatia imediata, mas não passou disso. Terminei o estágio e fui chamada para trabalhar na Rádio Folha de Pernambuco, o que nos afastou. Vez por outra, ele deixava um recado no meu orkut, sempre igual: “oi menina sumida, não aparece mais por aqui (Alepe) para rever os amigos, né?” Foi assim durante quase um ano.
Até que um dia, conversando pelo msn (acho que isso foi em outubro de 2005), ele me chamou para sair e uma alegria inesperada apareceu no meu coração, parecia que ela só estava esperando aquelas palavras para despertar. Foi aí que tudo começou.
Hoje, sou ainda mais feliz do que naquele tempo e acho até que discordo um pouco do poeta Vinícius de Moraes, para mim, felicidade não tem mais fim. O meu amor é um marido carinhoso, atento a tudo, faz qualquer coisa para me ver com um sorriso no rosto e, o melhor de tudo, é um excelente pai. O melhor que Francisco, nosso filhote de sete meses, poderia desejar.
Para a grande maioria das pessoas, ele pode parecer um cara comum, com defeitos e qualidades. Mas se enganam profundamente! Ele não é comum, de maneira nenhuma, ele na verdade é um príncipe encantado, o ser mais doce, mais bonito, mais inteligente, mais gentil e compreensivo que eu já conheci. E não é só coisa de mulher apaixonada não, todos que o conhecem sabem disso, e o adoram! Felizes os que tiveram o privilégio de tê-lo em suas vidas, com certeza devem ter lembranças muito boas.
Mais felizes ainda são aqueles que continuam desfrutando da sua presença, da sua amizade e carinho. E acima de qualquer um na escala da felicidade estou eu, sua mulher, que vou ter o imenso prazer de compartilhar minha vida inteira com ele.
Meu amor me completa tanto, que, muitas vezes, me pego com um sentimento muito difícil de explicar. Como se o tempo que a gente viveu antes de ficar junto tivesse sido roubado de nós. Outras vezes imagino que o nosso encontro foi na hora certa! Estávamos maduros um para o outro. Nós fomos o encontro mais perfeito que já existiu.
Estou tentando não ser clichê, mas é muito difícil quando a gente fala de amor e quem ama, com certeza, consegue me compreender. Esse sentimento, que hoje mora em mim e é todo de Fellipe, é tão grandioso, tão profundo, que não eu não tenho dúvidas de que é definitivo. Foi tudo tão natural, desde o começo, parecia que já nos pertencíamos há tempos, de uma outra vida, talvez.
O fato é que, do início do namoro até o casamento, foram pouco menos de nove meses. Com toda certeza, nossa decisão de oficializar tudo, aos olhos de Deus e da Justiça, causou estranheza nas pessoas. Mas acredito que agora, após dois anos e três meses de casados (três anos de namoro), ninguém mais duvida que fomos feitos um para o outro.
Nossa história é bem interessante (lógico que isso é um julgamento meu, profundamente tendencioso e sujeito a total discordância dos outros). Não fomos um caso de amor à primeira vista. Ao contrário, a primeira vez que vi meu marido, em toda a minha vida, foi justamente no carro de sua ex-namorada (é exatamente isso, eu estava no carro pegando uma carona). Não me lembro de ter sentido nada, mas, por algum motivo, nunca esqueci daquele dia e nem do rosto de Fellipe (que só voltei a ver mais de dois anos depois do episódio).
Tempos mais tarde, fui selecionada para um estágio na Assembléia Legislativa de Pernambuco, exatamente para o mesmo departamento que Fellipe trabalha. Assim que o vi, reconheci imediatamente, mas nem toquei no assunto, achei que ele não lembraria de mim (mais tarde soube que ele também lembrou). Rapidamente nos tornamos bons amigos (de trabalho, a gente nunca saía junto), conversávamos muito, foi uma empatia imediata, mas não passou disso. Terminei o estágio e fui chamada para trabalhar na Rádio Folha de Pernambuco, o que nos afastou. Vez por outra, ele deixava um recado no meu orkut, sempre igual: “oi menina sumida, não aparece mais por aqui (Alepe) para rever os amigos, né?” Foi assim durante quase um ano.
Até que um dia, conversando pelo msn (acho que isso foi em outubro de 2005), ele me chamou para sair e uma alegria inesperada apareceu no meu coração, parecia que ela só estava esperando aquelas palavras para despertar. Foi aí que tudo começou.
Hoje, sou ainda mais feliz do que naquele tempo e acho até que discordo um pouco do poeta Vinícius de Moraes, para mim, felicidade não tem mais fim. O meu amor é um marido carinhoso, atento a tudo, faz qualquer coisa para me ver com um sorriso no rosto e, o melhor de tudo, é um excelente pai. O melhor que Francisco, nosso filhote de sete meses, poderia desejar.
Quando eu era criança, perguntava a minha mãe como eu ia saber que um determinado homem seria meu marido. Ela tentava me explicar sobre o amor de uma maneira que uma criança entendesse e dizia: vai dar uma dorzinha boa no coração, filha, e você vai saber. E eu insistia, “mas mãe, e se ele não sentir a dorzinha, nunca vou poder ter filhos?” E ela ria muito e dizia: “o que é do homem o bicho não come”. Aí sim, minha cabecinha dava um nó! E me torturei durante anos com medo de nunca sentir a “dorzinha boa”. Mas não é que eu senti e realmente é uma dorzinha, a melhor do mundo!
3 comentários:
Poxa, amor, aí é covardia! Passou um filmão na minha cabeça enquanto eu lia esse texto. Na nossa vida, tudo aconteceu muito rápido, né? São três anos juntos e já estamos casados, nos mudamos por duas vezes, e já temos um filho lindo que daqui a alguns meses faz um ano. Acho que estamos nesse ritmo pra compensar o tempo perdido em todos esses anos. Temos um mesmo ideal de vida e isso sempre foi determinante para a nossa felicidade. E tenho certeza de que o nosso futuro será maravilhoso, com mais filhos, netos, alguns cachorros, uma casa na praia, e aqueles bons churrasquinhos em família. Te amo demais, minha linda!!! Adorei o texto!!
Pow tou no trabalho morrendo de vergonha pq meu olho tah cheio de lagrimas!!!
que Deus abençoe vocês!!!
e vem cá... essa dorzinha soh acontece no coração de mulher neh?!
haeuiheauiheaiuheaiueahiueahieah
adoro o jeito como minha mãe fala as coisas!!!
TE AMO
Adorei o texto Amanda. Sempre concordei q Fellipe não é homem que se encontra com facilidade. por várias vezes o perguntei se de onde ele veio existia mais algum igualzinho.
Grande amigo, grande pessoa, grande pai, grande marido...
O futuro de vcs será maravilhoso, mas pra ficar melhor, não esquece o blu-ray dele.
Parece criança quando fala desse troço.
bjs
Fernanda Rodrigues (Alepe)
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