terça-feira, 29 de março de 2011

Uma singela homenagem

Ele partiu hoje, após uma longa e sofrida luta contra uma doença terrível! Apesar da figura frágil tantas vezes mostrada pela imprensa, José Alencar, nosso querido ex-vice-presidente, era, na verdade, um homem extremamente forte e corajoso, que suportou muito mais do que a maioria das pessoas suportaria e nunca, ao menos não publicamente, lamentou-se ou culpou quem quer que fosse pelo seu sofrimento. Ao contrário, Alencar parecia um poço de esperança, sempre confiante na recuperação e aproveitando tudo o que a vida lhe proporcionava.

Ao lado de Lula, José Alencar fez história no Brasil, transformando esse imenso país latino numa democracia mais justa, que olha mais para o povo, que se preocupa com os mais carentes e em situação de risco. Além de vice-presidente, Alencar acumulou a função de Ministro da Defesa e, junto com Lula, comandou o Brasil por dois mandatos seguidos, conquistando a admiração e o carinho dos brasileiros.

O empreendedor, político e, por que não, o vovô que passava para todos nós uma imagem meiga e bondosa (podem me chamar de sentimental) nos deixou hoje, deixou o Brasil, o mundo e agora vai mexer os seus pauzinhos lá em cima para que a nação que ele tanto amou e defendeu nunca seja esquecida.


Vai com Deus, Alencar, e interceda por nós brasileiros!!!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

E a vida..

A vida é, de verdade, surpreendente! Não me canso de filosofar sobre esse tema porque ele nunca fica repetitivo. A vida de cada um é uma transformação constante e é por isso que a gente sempre tem o que contar, sempre tem uma novidade! É por isso também que esse assunto é tão interessante para todos, afinal, quem nunca contou, ou procurou saber sobre alguma “fofoca” (boa ou ruim!)da vida de alguém? Quem nunca fez que atire a primeira pedra!

Bom mas esse “nariz de cera” todinho foi para eu começar a falar das mudanças (ou novidades) da minha vida. Já falei neste mesmo blog de vários outros momentos, quando comecei a escrever aqui tinha acabado de ter um filho, Francisco. Já falei várias vezes dele aqui e também do meu marido, além da minha vida profissional etc. De cinco anos pra cá (quando comecei a namorar Fellipe), minha vida parece que deu uma acelerada, as coisas não pararam de acontecer: casamos depois de oito meses de namoro; curtimos nossa primeira casinha (que era um charme); engravidamos ao completarmos um ano de casados; Francisco nasceu nove meses depois e encheu a nossa vida de alegria, amor e muita bagunça também; compramos nosso apartamento próprio; mobiliamos tudo com muito carinho e agora teremos um outro filhote, João! Pois é, outro meninão, e eu serei bendita entre os homens...eheheh

Mas as coisas não param por aí não, eu também estreei este ano como tia, minha irmã Gabi se tornou mamãe pela primeira vez e, pasmem, é outro menino, Bernardo! Acho que só sai homem desta família. Ainda não conheço Bernardo pessoalmente (que agora tem dois meses), ele mora em Petrolina com a mamãe e o papai dele, mas agora, no final de janeiro, vou visitar esse meu lindo e vê-lo se batizar. Francisco também vai conhecer o seu primeiro priminho!

Vou parando por aqui, a Folha me chama, tenho que ir para o trabalho, mas volto em breve (que pode não ser tão breve assim por causa da minha vida corrida) para contar mais novidades...  

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

E a burguesia brasileira diz:

Desculpem meus amigos, mas vou votar no Serra. Cansei de ir ao supermercado e encontrá-lo cheio. O alimento está barato demais. O salário dos pobres aumentou, e qualquer um agora se mete a comprar, carne, queijo, presunto, hambúrguer e iogurte.Cansei dessa história de PROUNI, que botou esses tipinhos, sem berço, na universidade. Até índio, agora, vira médico e advogado. É um desrespeito… Meus filhos, que foram bem criados, precisam conviver e competir com essa raça.Cansei dos bares e restaurantes lotados nos fins de semana. Se sobra algum, a gentalha toda vai para a noite. Cansei dessa demagogia.Cansei de ir em Shopping e ver a pobreza comprando e desfilando com seus celulares. Cansei dos estacionamentos sem vaga. Com essa coisa de juro baixo, todo mundo tem carro, até a minha empregada. “É uma vergonha!”, como dizia o Boris Casoy. Com o Serra os congestionamentos vão acabar, porque como em S.Paulo, vai instalar postos de pedágio nas estradas brasileiras a cada 35 km e cobrar caro.E nos aeroportos, agora pobre também viaja de avião, me dá raiva viajar ao lado desses manés que se acham que são gente como nós. Basta, porque eles não viajam de ônibus cambada de gentalha.Quero minha liberdade, portanto voto no Serra, Xôu cambada de manés pobretões.

(Isso foi um comentário de alguém em uma matéria a favor de Dilma...kkkk... é a cara do eleitor de Serra!)

Chico Buarque apóia Dilma

Chico Buarque assina manifesto em apoio a Dilma Rousseff
Documento, também apoiado por Leonardo Boff, Emir Sader e Eric Nepomuceno, defende união em torno da candidatura petista
Liderados por Chico Buarque, Leonardo Boff, Emir Sader e Eric Nepomuceno, um grupo de artistas e intelectuais divulga um manifesto em apoio a candidatura de Dilma Rousseff. O documento, que será entregue à candidata em um ato político no dia 18 de outubro, no Rio de Janeiro, defende a união de forças para garantir os avanços na inclusão social, preservação dos bens e serviços da natureza e a nova posição do Brasil no cenário internacional. Leia abaixo o manifesto.

Manifesto de artistas e intelectuais pró Dilma:

Nós, que no primeiro turno votamos em distintos candidatos e em diferentes partidos, nos unimos para apoiar Dilma Rousseff. Fazemos isso por sentir que é nosso dever somar forças para garantir os avanços alcançados. Para prosseguirmos juntos na construção de um país capaz de um crescimento econômico que signifique desenvolvimento para todos, que preserve os bens e serviços da natureza, um país socialmente justo, que continue acelerando a inclusão social, que consolide, soberano, sua nova posição no cenário internacional.

Um país que priorize a educação, a cultura, a sustentabilidade, a erradicação da miséria e da desiguladade social. Um país que preserve sua dignidade reconquistada.

Entendemos que essas são condições essenciais para que seja possível atender às necessidades básicas do povo, fortalecer a cidadania, assegurar a cada brasileiro seus direitos fundamentais.

Entendemos que é essencial seguir reconstruindo o Estado, para garantir o desenvolvimento sustentável, com justiça social e projeção de uma política externa soberana e solidária.

Entendemos que, muito mais que uma candidatura, o que está em jogo é o que foi conquistado.

Por tudo isso, declaramos, em conjunto, o apoio a Dilma Rousseff. É hora de unir nossas forças no segundo turno para garantir as conquistas e continuarmos na direção de uma sociedade justa, solidária e soberana.

Leonardo Boff

Chico Buarque

Fernando Morais

Emir Sader

Eric Nepumuceno

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Não vamos deixar que calem Maria Rita Khel

Maria Rita Khel era colunista do Estadão e foi demitida porque resolveu expor a sua opinião e sua indignação com certas injustiças cometidas contra o governo Lula: mentiras e absurdos espalhados por e-mail. Mas os recursos da internet também podem ser usados para o bem e não podemos deixar que O Estado de São Paulo consiga seu objetivo de calar essa cidadã consciente. Vamos divulgar pessoal!



Por Maria Rita Khel*

Este jornal ( O Estado de São Paulo) teve uma atitude que considero digna: explicitou aos leitores que apoia o candidato Serra na presente eleição. Fica assim mais honesta a discussão que se faz em suas páginas. O debate eleitoral que nos conduzirá às urnas amanhã está acirrado. Eleitores se declaram exaustos e desiludidos com o vale-tudo que marcou a disputa pela Presidência da República. As campanhas, transformadas em espetáculo televisivo, não convencem mais ninguém. Apesar disso, alguma coisa importante está em jogo este ano. Parece até que temos luta de classes no Brasil: esta que muitos acreditam ter sido soterrada pelos últimos tijolos do Muro de Berlim. Na TV a briga é maquiada, mas na internet o jogo é duro.
Se o povão das chamadas classes D e E - os que vivem nos grotões perdidos do interior do Brasil - tivesse acesso à internet, talvez se revoltasse contra as inúmeras correntes de mensagens que desqualificam seus votos. O argumento já é familiar ao leitor: os votos dos pobres a favor da continuidade das políticas sociais implantadas durante oito anos de governo Lula não valem tanto quanto os nossos. Não são expressão consciente de vontade política. Teriam sido comprados ao preço do que parte da oposição chama de bolsa-esmola.
Uma dessas correntes chegou à minha caixa postal vinda de diversos destinatários. Reproduzia a denúncia feita por "uma prima" do autor, residente em Fortaleza. A denunciante, indignada com a indolência dos trabalhadores não qualificados de sua cidade, queixava-se de que ninguém mais queria ocupar a vaga de porteiro do prédio onde mora. Os candidatos naturais ao emprego preferiam viver na moleza, com o dinheiro da Bolsa-Família. Ora, essa. A que ponto chegamos. Não se fazem mais pés de chinelo como antigamente. Onde foram parar os verdadeiros humildes de quem o patronato cordial tanto gostava, capazes de trabalhar bem mais que as oito horas regulamentares por uma miséria? Sim, porque é curioso que ninguém tenha questionado o valor do salário oferecido pelo condomínio da capital cearense. A troca do emprego pela Bolsa-Família só seria vantajosa para os supostos espertalhões, preguiçosos e aproveitadores se o salário oferecido fosse inconstitucional: mais baixo do que metade do mínimo. R$ 200 é o valor máximo a que chega a soma de todos os benefícios do governo para quem tem mais de três filhos, com a condição de mantê-los na escola.
Outra denúncia indignada que corre pela internet é a de que na cidade do interior do Piauí onde vivem os parentes da empregada de algum paulistano, todos os moradores vivem do dinheiro dos programas do governo. Se for verdade, é estarrecedor imaginar do que viviam antes disso. Passava-se fome, na certa, como no assustador Garapa, filme de José Padilha. Passava-se fome todos os dias. Continuam pobres as famílias abaixo da classe C que hoje recebem a bolsa, somada ao dinheirinho de alguma aposentadoria. Só que agora comem. Alguns já conseguem até produzir e vender para outros que também começaram a comprar o que comer. O economista Paul Singer informa que, nas cidades pequenas, essa pouca entrada de dinheiro tem um efeito surpreendente sobre a economia local. A Bolsa-Família, acreditem se quiserem, proporciona as condições de consumo capazes de gerar empregos. O voto da turma da "esmolinha" é político e revela consciência de classe recém-adquirida.
O Brasil mudou nesse ponto. Mas ao contrário do que pensam os indignados da internet, mudou para melhor. Se até pouco tempo alguns empregadores costumavam contratar, por menos de um salário mínimo, pessoas sem alternativa de trabalho e sem consciência de seus direitos, hoje não é tão fácil encontrar quem aceite trabalhar nessas condições. Vale mais tentar a vida a partir da Bolsa-Família, que apesar de modesta, reduziu de 12% para 4,8% a faixa de população em estado de pobreza extrema. Será que o leitor paulistano tem ideia de quanto é preciso ser pobre, para sair dessa faixa por uma diferença de R$ 200? Quando o Estado começa a garantir alguns direitos mínimos à população, esta se politiza e passa a exigir que eles sejam cumpridos. Um amigo chamou esse efeito de "acumulação primitiva de democracia".
Mas parece que o voto dessa gente ainda desperta o argumento de que os brasileiros, como na inesquecível observação de Pelé, não estão preparados para votar. Nem todos, é claro. Depois do segundo turno de 2006, o sociólogo Hélio Jaguaribe escreveu que os 60% de brasileiros que votaram em Lula teriam levado em conta apenas seus próprios interesses, enquanto os outros 40% de supostos eleitores instruídos pensavam nos interesses do País. Jaguaribe só não explicou como foi possível que o Brasil, dirigido pela elite instruída que se preocupava com os interesses de todos, tenha chegado ao terceiro milênio contando com 60% de sua população tão inculta a ponto de seu voto ser desqualificado como pouco republicano.
Agora que os mais pobres conseguiram levantar a cabeça acima da linha da mendicância e da dependência das relações de favor que sempre caracterizaram as políticas locais pelo interior do País, dizem que votar em causa própria não vale. Quando, pela primeira vez, os sem-cidadania conquistaram direitos mínimos que desejam preservar pela via democrática, parte dos cidadãos que se consideram classe A vem a público desqualificar a seriedade de seus votos.

*Matéria originalmente publicada no jornal O Estado de S. Paulo e reproduzida do site O Escrevinhador.

Mais esclarecimentos para quem continua cego

Este artigo, escrito por um pastor evangélico, foi publicado pela Carta Capital e fala mais um pouco sobre as mentiras ditas sobre Dilma e até mesmo sobre Marina durante o período de campanha eleitoral. É bastante curiosa (para não dizer óbvia) a constatação desse esclarecido líder religioso de que o candidato Serra foi “incrivelmente” poupado desses e-mails absurdos que circularam pala internet, apesar deste candidato já ter feito declarações e até tomado atitudes “condenáveis” por essa parcela da população que é contra o aborto e o homossexualismo.  Confira o texto:

Eleições 2010 e os aproveitadores da boa fé da crueldade evangélica
Segunda Igreja 6 de outubro de 2010 às 17:14h
Por Rev. Sandro Amadeu Cerveira*
Talvez eu tenha falhado como pastor nestas eleições. Digo isso porque estou com a impressão de ter feito pouco para desconstruir ou no pelo menos problematizar a onda de boataria e os posicionamentos “ungidos” de alguns caciques evangélicos. [1]Talvez o mais grotesco tenham sido os emails e “vídeos” afirmando que votar em Dilma e no PT seria o mesmo que apoiar uma conspiração que mataria Dilma (por meios sobrenaturais) assim que fosse eleita e logo a seguir implantaria no Brasil uma ditadura comunista-luciferiana pelas mãos do filho de Michel Temer. Em outras o próprio Temer seria o satanista mor. Confesso que não respondi publicamente esse tipo de mensagem por acreditar que tamanha absurdo seria rejeitada pelo bom senso de meus irmãos evangélicos. Para além da “viagem” do conteúdo a absoluta falta de fontes e provas para estas “notícias” deveria ter levado (acreditei) as pessoas de boa fé a pelo menos desconfiar destas graves acusações infundadas. A candidata Marina Silva, uma evangélica da Assembléia de Deus, até onde se sabe sem qualquer mancha em sua biografia, também não saiu ilesa. Várias denominações evangélicas antes fervorosas defensoras de um “candidato evangélico” a presidência da república simplesmente ignoraram esta assembleiana de longa data.Como se não bastasse, Marina foi também acusada pelo pastor Silas Malafaia de ser “dissimulada”, “pior do que o ímpio” e defender, (segundo ele), um plebiscito sobre o aborto. Surpreende como um líder da inteligência de Malafaia declare seu apoio a Marina em um dia, mude de voto três dias depois e a apenas 6 dias das eleições desconheça as proposições de sua irmã na fé.De fato Marina Silva afirmou (desde cedo na campanha, diga-se de passagem) que “casos de alta complexidade cultural, moral, social e espiritual como esses, (aborto e maconha) deveriam ser debatidos pela sociedade na forma de plebiscito”, mas de fato não disse que uma vez eleita ela convocaria esse plebiscito.O mais surpreendentemente, porém foi o absoluto silêncio quanto ao candidato José Serra. O candidato tucano foi curiosamente poupado. Somente a campanha adversária lembrou que foi ele, Serra a trazer o aborto para dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). Enquanto ministro da saúde o candidato do PSDB assinou em 1998 a norma técnica do SUS ordenando regras para fazer abortos previstos em lei, até o 5º mês de gravidez. Fiquei intrigado que nenhum colega pastor absolutamente contra o aborto tenha se dignado a me avisar desta “barbaridade”.Também foi de estranhar que nenhum pastor preocupado com a legalização das drogas tenha disparado uma enxurrada de-mails alertando os evangélicos de que o presidente de honra do PSDB, e ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso defenda a descriminalização da posse de maconha para o consumo pessoal. Por fim nem Malafaia, nem os boateiros de plantão tiveram interesse em dar visibilidade à notícia veiculada pelo jornal a Folha de S. Paulo (Edição eletrônica de 21/06/10) nos alertando para o fato de que “O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, afirmou nesta segunda-feira ser a favor da união civil e da adoção de crianças por casais homossexuais.” Depois de tudo isso é razoável desconfiar que o problema não esteja realmente na posição que os candidatos tenham sobre o aborto, união civil e adoção de crianças por homossexuais ou ainda a descriminalização da maconha. Se o problema fosse realmente o comprometimento dos candidatos e seus partidos com as questões acima os líderes evangélicos que abominam estas propostas não teriam alternativa.A única postura coerente seria então pregar o voto nulo, branco ou ainda a ausência justificada. Se tivessem realmente a coragem que aparentam em suas bravatas televisivas deveriam convocar um boicote às eleições. Um gigantesco protesto a-partidário denunciando o fato de que nenhum dos candidatos com chances de ser eleitos tenha realmente se comprometido de forma clara e inequívoca com os valores evangélicos. Fazer uma denúncia seletiva de quem está comprometido com a “iniquidade” é, no mínimo, desonesto.Falar mal de candidato A e beneficiar B por tabela (sendo que B está igualmente comprometido com os mesmo “problemas”) é muito fácil. Difícil é se arriscar num ato conseqüente de desobediência civil como fez Luther King quando entendeu que as leis de seu país eram iníquas.Termino dizendo que não deixarei de votar nestas eleições.Não o farei por ter alguma esperança de que o Estado brasileiro transforme nossos costumes e percepções morais em lei criminalizando o que consideramos pecado. Aliás tenho verdadeiro pavor de abrir esse precedente.Não o farei porque acredite que a pessoa em quem votarei seja católica, cristã ou evangélica e isso vá “abençoar” o Brasil. Sei, como lembrou o apóstolo Paulo, que se agisse assim teria de sair do mundo.Votarei consciente de que os temas aqui mencionados (união civil de pessoas do mesmo sexo, descriminalização do aborto, descriminalização de algumas drogas entre outras polêmicas) não serão resolvidos pelo presidente ou presidenta da república. Como qualquer pessoa informada sobre o tema, sei que assuntos assim devem ser discutidos pela sociedade civil, pelo legislativo e eventualmente pelo judiciário (como foi o caso da lei de biossegurança) com serenidade e racionalidade.Votarei na pessoa que acredito representa o melhor projeto político para o Brasil levando em conta outras questões (aparentemente esquecidas pelos lideres evangélicos presentes na mídia) tais como distribuição de renda, justiça social, direitos humanos, tratamento digno para os profissionais da educação, entre outros temas. (Ver Mateus 25: 31-46) Estas questões até podem não interessar aos líderes evangélicos e cristãos em geral que já ascenderam à classe média alta, mas certamente tem toda a relevância para nossos irmãos mais pobres.


terça-feira, 5 de outubro de 2010

Golpe baixo

Amigos,

É incrível o que se faz hoje para tentar enganar e persuadir o povo, muitas vezes mal informado. O blog “Seja dita a verdade”, fez uma compilação dos emails falsos que circularam durante a campanha sobre Dilma Rousseff e seus respectivos desmentidos. Cada link remete o leitor ao texto em questão. É com esse tipo de golpe baixo que o adversário tenta ganhar a corrida eleitoral e desviar o Brasil do caminho de desenvolvimento iniciado por Lula. Mas o povo brasileiro não vai deixar isso acontecer e o Brasil vai seguir mudando com Dilma!

Leiam e espalham:



A morte de Mário Kosel Filho: http://migre.me/1pfAb



A Ficha Falsa de Dilma Rousseff na ditadura http://migre.me/1pfCc



O porteiro que desistiu de trabalhar para receber o Bolsa-Família http://migre.me/1pfEJ



Marília Gabriela desmente email falso http://migre.me/1pfSW



Dilma não pode entrar nos Estados Unidos http://migre.me/1pfTX



Foto de Dilma ao lado de um fuzil é uma montagem barata http://migre.me/1pfWn



Lula/Dilma sucatearam a classe média (B) em 8 anos: http://migre.me/1pfYg



Email de Dora Kramer sobre Arnaldo Jabor é montagem http://migre.me/1pfZH



Matéria sobre Dilma em jornais canadenses é falsa: http://migre.me/1pg1t



Declarações de Dilma sobre Jesus Cristo – mais um email falso: http://migre.me/1pg2F



Fraude nas urnas com chip chinês – falsidade que beira o ridículo: http://migre.me/1pg58



Vídeo de Hugo Chaves pedindo votos a Dilma é falso: http://migre.me/1pg6c



Matéria sobre amante lésbica de Dilma é invenção: http://migre.me/1pg7p





Fonte: http://www.sejaditaverdade.net/